CULTURA

FUCCAR prepara programação especial para o Dia do Patrimônio Histórico em Carazinho

Membros da Fuccar e a família Kreutzer (Foto Divulgação/FUCCAR)

 

A Fundação Cultural de Carazinho (FUCCAR) prepara uma programação especial alusiva ao Dia do Patrimônio Histórico. Com o tema “O Tempo Mora Aqui”, as atividades serão realizadas no dia 17 de agosto de 2026, das 13h30 às 17h30, tendo como cenário um importante espaço da memória comercial do município: o prédio da Ourivesaria Kreutzer.

 

Conforme Juliani Mazzuti, presidente da FUCCAR, durante a tarde o público poderá participar de diferentes ações que buscam aproximar a comunidade da história de Carazinho. A programação contará com exposição de fotografias antigas do município, documentos históricos, objetos, lançamento de material sobre a história da Ourivesaria Kreutzer e a exposição fotográfica “O Olhar do Tempo”.

 

A proposta, segundo Juliani, é fazer com que as pessoas passem a observar a cidade de uma maneira diferente, percebendo que prédios, estabelecimentos, fotografias, objetos e espaços presentes no cotidiano também carregam histórias.

 

A escolha da Ourivesaria Kreutzer para receber a programação ocorreu justamente pela importância do local para a memória de Carazinho. A iniciativa pretende fazer com que a comunidade reconheça esse patrimônio e conheça um pouco mais das histórias que fazem parte do desenvolvimento do município.

 

Além disso, a ação busca despertar pertencimento, curiosidade e valorização da memória local, especialmente entre as novas gerações.

 

A programação do dia também contará com o lançamento do Relendo Carazinho, do Concurso de Fotografia “Olhares do Tempo” e do projeto “Memórias que nos Unem”, além de um encontro de ex-alunos do Instituto Carlos Gomes.

 

De acordo com a presidente da FUCCAR, as atividades do dia 17 também representam o início de uma proposta mais ampla da Fundação Cultural para trabalhar o patrimônio histórico ao longo de todo o ano.

 

A intenção é desenvolver novas ações envolvendo pesquisa, registro, exposições, fotografia, memória oral e educação patrimonial, além da busca por parcerias com universidades, escolas, pesquisadores e a própria comunidade.

 

Para Juliani, preservar o patrimônio histórico não significa apenas conservar prédios antigos, mas também manter vivas as histórias, as pessoas e as memórias que ajudaram a construir Carazinho. A proposta é fazer da FUCCAR também um espaço de encontro entre essa memória e as novas gerações.

Data: 11/08/2026 - 16:29

Fonte: Iana Moura

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