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"Sinto orgulho de ter sido secretário, diretor, amigo dele, sócio e companheiro de estrada", declara Camachinho sobre Aylton Magalhães

Foto Reprodução/Seara da Canção

 

A morte de Aylton Magalhães repercute em Carazinho, especialmente entre as pessoas que conviveram e trabalharam com o ex-prefeito. Edir Chitolina, o Camachinho, tornous-e amigo dele logo que político chegou a Carazinho. 

 

"Conheci o Aylton na Rádio Carazinho, lá em 1974, 1975. Éramos parceiros, amigos, de partido, depois fui sócio dele uns dois anos no quiosque. Ele tinha uma amizade de casa com a gente. Depois ele teve a ideia, com o Setembrino Franco, o Luiz Maciel de Araujo, gente, e o Edson Otto, de fazer a primeira Seara, em 1981. Aí aprofundamos nossa amizade também. Depois seguimos parceiro dele, sempre apoiei ele nas candidaturas dele", conta. 

 

Para Camachinho, o ex-prefeito tinha grande coração. "Foi um grande cidadão, um grande prefeito, uma pessoa do bem, humilde, sem rancor dos outros. Uma pessoa que com certeza foi bastante injustiçada, muitas vezes por quem ele mais ajudou. Mas Deus é grande e a gente está aqui para agradecer a ele pela amizade, a ele a dona Cleonice", coloca. 

 

Camachinho foi secretário de Assistência Social e diretor de trânsito na segunda gestão de Aylton. "Sempre estive junto a ele. Ele tinha muita confiança em mim e no meu trabalho. Sinto orgulho de ter sido secretário, diretor, amigo dele, sócio e companheiro de estrada". 

 

Na visão de Camachinho, Magalhães deixou importante legado como prefeito. "Um legado de humildade. Sempre se preocupou com os pequenos, trouxe a UPA que depois o Milton implantou, foi o que mais trouxe casas populares para as pessoas necessitadas. Ele reiniciou a pujança de Carazinho", finalizou. 

Data: 24/07/2026 - 11:32

Fonte: Mara Steffens

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