GERAL
Jovem voluntária se dedica quase uma década à Romaria de Santa Rita de Cássia
Fotos Divulgação/Arquivo Pessoal
A fé, o amor pela igreja e o desejo de servir são sentimentos que acompanham Mari Sandri há quase nove anos. Integrante ativa da comunidade católica, ela participa da organização da Romaria de Santa Rita de Cássia, ajudando em diversas atividades que vão desde a cobertura fotográfica até os trabalhos de preparação e ornamentação do espaço.
Mari conta que seu envolvimento com a igreja começou ainda em 2017, quando passou a auxiliar na liturgia como catequizanda na Matriz São José. Desde então, a caminhada de fé só se fortaleceu.
Na Romaria de Santa Rita de Cássia, a participação veio logo depois. Desde 2018, ela atua na cobertura fotográfica do evento junto à Pastoral da Comunicação (Pascom). Neste ano, além das fotos, a equipe também passou a produzir vídeos para registrar os momentos marcantes da celebração.
Segundo Mari, o trabalho começou ainda antes da romaria, durante os domingos do tríduo, com registros completos das atividades religiosas. Além da comunicação, ela também ajuda na organização do espaço, participando da equipe de voluntários responsável pela limpeza, ornamentação e acolhida dos fiéis.
E toda essa dedicação tem um motivo especial. “Ver o quanto Santa Rita me abençoa e me dá forças para continuar é o que me motiva”, afirma.
Mari destaca que participar da romaria é uma forma de gratidão pelas bênçãos alcançadas ao longo da vida. Para ela, registrar os momentos através da fotografia também se tornou uma missão de evangelização nas redes sociais.
A ligação com Santa Rita de Cássia é profunda e marcada por momentos difíceis enfrentados pela família. Mari relembra especialmente duas situações envolvendo a saúde do pai: o diagnóstico de câncer na tireoide, em 2015, e uma anemia profunda enfrentada em 2023.
“Santa Rita representa o amor, a ternura e o servir. Foram momentos muito delicados para a nossa família, e a intercessão dela nos sustentou”, relata, emocionada.
Entre fé, dedicação e serviço, Mari Sandri segue ajudando a manter viva uma das celebrações religiosas mais tradicionais da comunidade, mostrando que a juventude também tem papel importante dentro da igreja e na construção da fé coletiva.
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