SAÚDE
Carazinho incentiva Campanha de Multivacinação que começou neste mês
Foto Divulgação
A campanha de multivacinação para atualizar a caderneta de crianças e menores de 15 anos é realizada em todo o Brasil de 3 de agosto a 1º de setembro de 2026, e Carazinho é um dos municípios mobilizados para atender aos índices propostos pelo Ministério da Saúde.
Enfermeira responsável pela vigilância epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde, Márcia Smaniotto informa que basta procurar a Sala de Vacinas da Avenida Pátria ou as unidades de saúde dos bairros.
Além disso, teremos um Dia D de vacinação, o 22 de agosto, sábado, pela manhã e tarde, com toda a rede de saúde apta a vacinar. É necessário levar a caderneta de vacinação e um documento de identificação para que o profissional de saúde avalie e aplique apenas os imunizantes que estão em falta ou em atraso para a idade.
Estão disponíveis todas as vacinas, como BCG, pentavalente, poliomielite, tríplice viral, febre amarela, hepatites A e B, meningocócica C e ACWY, HPV, Covid-19, entre outras do calendário.
SARAMPO
Em razão do alerta para os casos recentes confirmados de sarampo no estado de São Paulo, Márcia lembra que outros estados, como o Rio Grande do Sul, estão atentos, e o município de Carazinho está preparado e vacinando também para prevenir esse tipo de doença. Nesses casos a vacina é a tríplice viral, considerada a principal forma de proteção e que está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) pelo SUS.
Ela recomenda que os pais e responsáveis verifiquem a caderneta de vacinação dos filhos para conferir se as duas doses necessárias da tríplice viral foram feitas, uma é aos 12 meses de vida, e a outra, aos 15 meses. Além disso, os adultos também estão sendo vacinados como forma de prevenção, principalmente quem atua na rede de saúde.
A contaminação do sarampo ocorre pelo ar através de secreções respiratórias, sendo altamente contagioso por meio de gotículas expelidas pela pessoa doente ao tossir, espirrar, falar ou respirar.
Ambientes fechados devem ser evitados, pois o vírus pode ficar ativo e perdurar no ar por um tempo em locais sem circulação.
O sarampo é uma doença grave que, quando não leva à morte, pode deixar sequelas duradouras no corpo, como problemas nos olhos, ouvidos e no cérebro.