GERAL
Carazinho conclui Plano de Segurança Alimentar e Nutricional
Foto Divulgação
Carazinho já tem seu Plano Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, um instrumento estratégico de planejamento de médio prazo, de 2026 a 2029, pois geralmente ele tem o período de quatro anos, criado para definir metas, diretrizes e ações que garantam o Direito Humano à Alimentação Adequada à população local.
O documento, elaborado pela Crescer Consultoria, é necessário para que Carazinho possa dar continuidade à programas nessa área, como garantir a adesão ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Ele viabiliza, mensalmente, e a próxima entrega será no dia 23 de junho, para 160 famílias em situação de insegurança alimentar, principalmente atendidas pelos CRAS (Centro de Referência de Assistência Social), alimentos de qualidade da Agricultura Familiar.
O prefeito João Pedro Albuquerque de Azevedo recebeu em mãos o Plano nesta tarde de segunda-feira (15), acompanhado pelos secretários Fábio Zanetti (Desenvolvimento Social) e Robson Schalemberg (Agricultura), já que estão sob suas secretarias ações abrangidas pelo PAA, como as hortas comunitárias trabalhadas com famílias do Primeira Infância Melhor (PIM), e os grupos atendidos pelos CRAS.
O Plano foi elaborado por profissionais como nutricionista, assistente social e membros do Conselho Municipal de Segurança Alimentar, que reúne membros da gestão municipal e da sociedade civil. O Plano é elaborado em consonância com as diretrizes do SISAN, que é a representação estadual no Rio Grande do Sul do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, e representa um marco de integração entre governo e sociedade civil, promovendo o fortalecimento da gestão pública, o controle social e as ações relacionadas à alimentação, nutrição, saúde e agricultura.
No âmbito do município de Carazinho, ele surge como compromisso do poder público municipal em construir um sistema alimentar sustentável, inclusivo e saudável, conforme as características socioeconômicas e culturais locais, os desafios impostos pela vulnerabilidade social, pelas mudanças climáticas e pelas desigualdades no acesso à alimentação adequada.